Salve toda a equipe em especial a Marcelo Pedreira que juntou um bando de povo massa!
18 de mar. de 2013
Melhor Curta no Festival Mix Brasil
Com a participação do curta "A inevitável histórias de Letícia Diniz" no Festival Mix Brasil ganhamos o Prêmio de Melhor Curta em novembro de 2012.
24 de fev. de 2013
Mostra SESC Cariri de Culturas

Grata!
Grata a Mostra por me proporcionar a volta a região onde a Dona mocinha nasceu.
Grata aos encontros com pessoas queridas que há anos não encontro.
Grata a Chapada do Araripe, ao céu estrelado e a lua misteriosa.
Grata a Dona Mocinha por fazer parte de minha vida e me dar a liberdade de trocar e de brincar com o povo!
Grata!
Crato (CE), 07 a 10 de novembro de 2012
Mimosa Ponto de Cultura Caipira
Aldeia Velha (RJ), 26 a 29 de setembro de 2012.
Para o Ponto levei a Dona Mocinha e fiz a Oficina de Kalimba e Tetraplin com o Fábio Simões.
Saldo da temporada:
2 apresentações da Dona Mocinhas nas escolas do municípios de Silva Jardim, 1 Kalimba construída com madeira e lata de atum, 1tetraplin e 1 fogueira com boas conversas!
Salve, salve meu parceiro irmão Curumim, Surian, Tainá, Julia, Pablo e Michele!
Admiro muito a garra de vocês!
Gratidão pela parceria!
Gratidão pela parceria!
♥
Descalço sobre terra vermelha, de Oriol Ferrer

Entre os dias 14 de agosto a 01 de setembro de 2012.
2 táxis, 2 aviões e 2 ônibus para ir e para voltar com uma média total de quase 60 horas de viagem para o coração do Brasil. Muito chão e muita poeira. Quilômetros e mais quilômetros de terras percorridas até finalmente chegar em São Félix do Araguaia (MT).
Descalços sobre a terra vermelha conta a história de luta do Bispo Pedro Casaldáliga em São Félix do Araguaia, história que juntou um monte de gente linda do Brasil e da Espanha.

Tentei achar aqui em meus caderninhos e folhas soltas algo vivido daquele momento e por entre esses papeizinhos que saio espalhando pela casa eu encontrei:

"Hoje pude compreender mais sobre o meu ofício. Estou grávida, estava grávida até agora. A minha barriga ainda está vibrando como se tivesse de fato parido. Andreia pra mim ganhou mais histórias silenciosas, ganhou mais vida. Tentei ser mais fiel do mundo, mais verdadeira até nas pequenas falas. Era o máximo de onde podia e tinha que fazer. Senti vivendo na rua tal história como teatro-vida-cinema. Me joguei, dancei e fui".
Dentro da minha memória ficam os encontros diários no almoço, set, jantar e festas. Dos risos daquele povo lindo que andava de bicicleta pra lá e pra cá. Dos banhos de Rio, do passeio de barco, das tribos. Dos abraços que estão ainda grudados em meus braços. Ô povo lindo de Deus!
Grata Vivian Golembek, João Bosco e a Oriel Ferrer que acreditaram no meu trabalho!
Só sei de uma coisa disso tudo: Fui muito felix em São Felix!
4 de fev. de 2013
as novidades em dia
Depois de alguns meses sem postar, eis que retorno!
Aliás, tem que começar o ano com as postagens em dia, no mínimo!
Para vir histórias novas pra frente!
Então, AVANTE!
Aliás, tem que começar o ano com as postagens em dia, no mínimo!
Para vir histórias novas pra frente!
Então, AVANTE!
9 de ago. de 2012
em Pernambuco
Em Pernambuco me faço, me alimento.
Andei pela A Casa do Cachorro Preto revi amigos e segurei o choro pra começar as histórias. Olhei adiante e reconheci tanta gente que me faz como histórias, amigos antigos me me conhecem profundamente. Foi finalmente uma realização de um projeto antigo junto com o Raoni Assis. A Casa do Cachorro Preto tá linda, aconchegante, charmosa e tem tudo pra seguir adiante.

Depois fui às feiras, pelo Projeto Feiras Livres da FUNDARPE coordenador pela Amanda Senna. Outra experiência sem palavras...
Foi praticamente uma intervenção poética nas feiras. Na feira de Ipojuca caminhei, brinquei, cantei. Na feira de Camaragibe, parei um forró e contei histórias diante de crianças grandes que bebiam as suas cervejas em início de dia. Experiência assim não há palavras pra descrever. Depois de tantos improvisos que uma feira pode te proporcionar, todos eles me abraçaram com abraços calorosos, diziam o tanto que eu era corajosa por ter parado o forró pra contar as minhas histórias. Ganhei dois Mentos, vinte e quatro reais e muitos sorrisos. 6 de ago. de 2012
a travessia na Livraria Travessa
Meu pai uma vez me perguntou:
- Ô minha filha, como é que você vive?
E eu disse pra
ele:
- Pai, eu vivo
de contar histórias!
Bem... ele ficou
parado olhando pra minha cara meio que sem entender... mas é isso!
Eu vivo de
contar histórias!
Desbravar novos
espaços, criar formas pra estar em exercício, dialogar com o público e ganhar
um trocado. Sim.. claro... ganhar um trocado é necessário!
Contar histórias
virou uma missão e uma profissão. Nesse mês que passou atravessei a
Livraria Travessa com as histórias: Os amigos de Marcelo, Tem
uma janela na minha boca e Sapo Ivan e o coração. O
que me fez pensar mesmo sobre a importância da parceria com a livraria para
mim, pra eles e principalmente para o público. Fato que sou
extremamente grata a Livraria em especial a Gilda, pois é nesse lugar que
me mantenho contadora, que troco com o público, que me fortaleço e alimento a alma.
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