
Tantas histórias dentre as histórias que conto que nem sei direito por onde começar. Revendo o caminhar da carruagem vi que precisava colocar em dia as minhas andanças.
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Juro que tentarei ao máximo escrever o resumo da Ópera.
Pelos cálculos, parei de escrever em junho e na altura dessa época estava com a Dona Mocinha pelas livrarias da Saraiva aqui no Rio. Tão bom poder retornar a esses lugares pois foi lá que coloquei Dona Mocinha pra brincar.
Nessa altura do campeonato continuei as minhas Cantarolação do Noel Rosa e do Pixinguinha nas Escolas Municipais de São Gonçalo. De lá lembro perfeitamente da distância, do calor e do sorriso das crianças. É longe, mas vale a pena.
Em julho e agosto me infiltrei na trupe do Criança Esperança, trabalhamos tanto, trabalhamos duro e Portinari era a nossa inspiração. No fim, o melhor de tudo foi ter conhecido pessoas tão lindas e fortes. E com muito respeito, o Luan Santana ficou até pequeninho diante da minha beleza.


Por esses períodos recebi uma ligação inesperada de um gringo me convidando para o filme dele. Achei que era trote e depois de alguns muitos emails e cafés começamos em novembro, ainda no Rio o ensaio e a preparação para o longa A Pelada dirigido pelo "gringo" belga Damien Chemin.
Em novembro, Dona Mocinha foi convidada pra o AMPLA CULTURAL, ela não sabia ao certo onde era Petrópolis, não sabia ao certo quem eram as pessoas que ia encontrar lá mas o que de fato aconteceu que ela passou frio, se apaixonou e amou muito tudo e a todos. Nunca em toda a sua história ela havia se apresentado num lugar tão chique quanto aquele Palácio de Cristal. Foi de fato, um luxo e riqueza de amor e alegria.

É isso.... e ao fim do ano, arrumei minhas malas e parti pra uma linda aventura junto com Bruno Pêgo, rumo a Aracaju (SE) para filmar o longa do Damien Chemin.