9 de set de 2014

A Pelada, no Festival CINE-SE


Primeira exibição do filme para os patrocinadores e apoiadores.
Nesse dia, esteve presente uma parte da família que foi construida em 3 meses.
Gratidão ao Damien Chemin e equipe, em especial Aracaju, que é uma cidade que tenho um imenso carinho! 
Setembro de 2013.
 
Me pediram recentemente para escrever mais sobre o filme, então escrevi:

"A experiência de ter vivido A Pelada foi muito especial, o Damien juntou um time muito curioso de sotaque e línguas. Ele foi muito corajoso e ousado pela produção em que fez em Aracaju e captou muito da atmosfera do Sergipano. E eu assim que cheguei tratei de me envolver com todo o processo. Sendo de Recife, já vinha com uma bagagem de cultura nordestina muito forte, mas como cada cidade tem o seu jeitinho fui tratando de compreender a Sandra e sua relação não somente como a mulher do Caio, mas ela inserida no mundo que vive. Fui desenhando um gráfico com recortes de todos os momentos para visualizar o desenvolvimento dela durante o filme.
Ela ama, mas não está tão sendo amada e deseja mudar. Algo nela deseja de novidade. No decorrer de suas comicas tentativas, ela vai se arriscado a sair do seu pacato dia-a-dia, nem que pra isso tenha que fazer coisas que não estava tão acostumada a fazer por conta do universo moral que foi criada. Durante a sua história ela vai surpreendendo por suas atitudes diante das atitudes do Caio, até finalmente conseguir sair do seu lugar comum. 
Assim como a Sandra, a mulher sergipana, a mulher brasileira, está impondo os seus desejos, as suas curiosidades na relação. Ela, a Sandra, é uma no meio de tantas que mesmo com todas as curiosidades e fetiches, ainda assim acreditam no amor.
O filme propõe para o público uma leveza desse universo das relações. O riso frouxo das situações comicas das relações."


 


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